quarta-feira, 30 de julho de 2014

Guardiões da Galáxia

Com personagens desconhecidos por grande parte do povo que ama ver filme baseado em quadrinhos apenas nos cinemas, chega no dia 31 de agosto o melhor filme da Marvel. Mais ousado, dinâmico e com tiradas que deixam os que não apóiam as idéias da Disney sem palavras.

Vamos dizer que esse seja o primeiro filme que me encheram de expectativas e que realmente me agradou. Sabe aquele sentimento de satisfação com um filme que realmente sabe ser mais que um momento de entretenimento? Então... esse é um deles.

A trupe dos Guardiões da Galaxia apareceu pela primeira vez na década de 60, mas a história a ser vista na edição cinematográfica é inspirada numa edição lançada em 2008. O maior desafio da Marvel foi o de agradar o grande público com personagens desconhecidos… Mas a missão que parecia de outro mundo acabou agradando em cheio a opinião da crítica, o que me inclui nesse apoio moral sustentado por positivas palavras.

Quantos filmes de super-heróis não tão aclamados que acabaram parando no universo do esquecimento e da vergonha alheia? Felizmente esse não é o caso de Guardians of the Galaxy, que traz um elenco de peso e ao mesmo tempo não tão próximo dos blockbusters, com exceção da Zoe Saldana que fez Avatar e Star Trek. Também não podemos esquecer do Bradley cooper que brilhantemente se mostra bem versátil ao dublar o Rocket Raccoon e pela primeira vez vemos algo inédito no mundo das dublagens junto a um ator conhecido pelo grande público como o Vin Diesel. Ele gravou em diversas línguas e entonações a mesma frase "Eu sou Groot" (inglês, espanhol, português, mandarim, francês e russo). 

O filme é tomado por clássicos dos anos 70 / 80 e por lembranças de um época que hoje já parece ser de outro mundo, o que nos leva a Footloose e ao Kevin Bacon também. Rocket Raccoon, Groot, Drax - O Destruidor, Gamora e o Star-Lord, a partir de hoje se tornará os Super-heróis queridinhos por qualquer universo. Eles podem até não ter uma reputação bem reconhecida, mas a que foi construída com esse longa, vai fazê-los se tornarem os preferidos de qualquer galáxia de um modo concretamente impressionante e não de um jeito abstrato. 

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Transformers: A Era da Extinção - Coletiva

Transformers: A Era da Extinção, ou Transformers 4 (resumindo), teve uma marca histórica ao se portar como o filme de maior arrecadação na China. Atingindo o total de US$ 225,1 milhões ( 1.396 bilhão em moeda chinesa) em apenas 12 dias após a estreia. Marca essa que superou o Avatar.

A coletiva que contou com a presença dos atores Jack Reynor e Nicola Peltz, do diretor Michael Bay e do produtor Lorenzo di Bonaventura, aconteceu na tarde dessa quinta, dia 17/07, no Rio de Janeiro. Michael Bay já esteve por aqui para divulgar a terceira edição do filme, que possui o subtítulo de "O Lado Oculto da Lua", mas como o Brasil anda fazendo parte da rota cinematográfica por integrar uma grande parte da bilheteria, Michael voltou. Inclusive quando ele veio divulgar o filme anterior acabei assistindo o filme praticamente ao lado dele durante a exibição fechada do filme (mesmo que por acaso). O Sr. Bay, com o jeitão simpático falou que a experiência cinematográfica que ele traz é o que motivou para dar sequência a essa nova trilogia sobre os brinquedos de lataria alienígena. A idéia de uma nova edição do filme veio após o Mark Wahlberg perguntar quando sairia outro ao Michael durante as filmagens de "Sem Dor, Sem Ganho". 

Nicola e Jack falaram sobre as cenas de ação, e o momento mais descontraído ficou quando o Michael imitou com perfeição o Jack ao receber uma ligação dele para falar do papel que ele faria. Questionaram ao chefe de todo esse aparato robótica cinematográfico o por quê dele ainda não ter feito a história se passando pelo Rio. Ele até assumiu que chegou a pensar na idéia duas vezes, mas que a cidade não se encaixava na história. Inclusive falou que para que isso fosse possível, a cidade teria que arcar com uma boa parte dos custos, por envolver uma questão de logística considerável. As cidades da vez foram Hong Kong e Chicago, por terem avenidas largas, suas estruturas facilitam para as cenas de ação.


O filme contém 2h46m e para muitos o filme peca na duração, e isso que pesou nas críticas negativas, ou seja, as mais de duas horas de Transformers 4 trazem "mais do mesmo". Pouca novidade para um filme de longa duração, se tornando assim numa espalhafatosa alegoria que desfila com efeitos digitais para tudo qualquer canto. Na conversa, o Michael ainda deixou claro que 4000 pessoas trabalharam nos efeitos. O motivo para ter esse pessoal todo se dá porque muitos desses especialistas tratam de uma parte do personagem… Um cuida do brilho, outro do reflexo na lataria virtual, outros cuidam das expressões, outros dos movimentos de cada personagem, e assim por diante. É um processo árduo.


Foi ótimo rever Chicago nas cenas de Transformers, matei as saudades de certo modo. Se bem que no quesito "Cidade Norte Americana no Cinema" Chicago anda marcando mais presença do que NY esse ano. Cheguei a ver algumas filmagens pela cidade, mas não parei para ver o que estavam rodando.


Voltando ao assunto… Transformers: A Era da Extinção entrou em cartaz no dia 17/07, e pode se tornar uma experiência divertida para os fãs da série. Consulte a programação.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Premiere LA - Sex Tape




O filme SEX TAPE – PERDIDO NA NUVEM (Sex Tape) teve sua data de estreia alterada de 07 de agosto/2014 para 21 de agosto/2014.

A pré-estreia em Los Angeles aconteceu ontem (10 de julho) com a presença do elenco (Cameron Diaz, Jason Segel, Rob Lowe, Ellie Kemper, Rob Corddy) e diretor (Jake Kasdan). Segue abaixo link para download de algumas fotos do tapete vermelho:

Créditos: SPE Inc. / Eric Charbonneau

terça-feira, 1 de julho de 2014

Muppets 2: Procurados e Amados

Curte Broadway no cinema... aqui tem.
Teve uma infância compartilhada pela versão baby dos Muppets assim como eu tive? Bem, aí tem a versão crescida dos fantoches mais queridos do mundo.
O filme é dirigido por James Bobin, ele dirigiu o primeiro e segue na assinatura da nova edição.

Gonzo, Kermitt (The Frog), Miss Piggy, Fozzie Bear, são alguns dos muitos famosos fantoches que parecem mais controlar as nossas atenções do que serem controlados. As músicas que soam como grudentas aos ouvidos, até que pegam bem, tem uma pegada bem do estilo de composição da Broadway.

Tudo se passa quando um temido sapo toma o lugar de Kermitt ao escapar da prisão, e com isso tem o plano de acabar com a carreira dos Muppets e lucrar com isso. Apesar do tema infantil, tenho convicção que as musiquinhas ficarão ecoando nos ouvidos até nos ouvidos dos mais crescidinhos.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

O Grande Hotel Budapest

Fui ver O Grande Hotel Budapest num cinema que fica a 50 minutos de metrô do centro de Chicago, por um simples motivo... por ser mais em conta mesmo. Eu fui em grupo, mas o filme quem escolheu foi eu! Fui sem me lembrar que era um filme do Wes Anderson. Sim, é tanto filme que vejo que acabo ficando perdido. Pelo estilo de filmagem, pelos cenários que parecem ter saído de um realista desenho animado e pelos personagens caricatos identifiquei de cara o diretor do filme, o grande Wes Anderson. Um cara que conseguiu consolidar um gênero próprio de filme, com um humor refinado e competente.

Divertido, sim, O Grande Hotel Budapeste é, e os diálogos mostram bem a personalidade de cada personagem. Onde até as pequenas participações acabam se tornando grande nessa busca pela liberdade do personagem central, junto com o seu fiel escudeiro, o Lobby Boy. Não há um grande heroísmo nos personagens centrais, apesar deles se portarem mais como seres intuitivos do que meramente metódicos.

Esse filme do Wes apesar de conter cenas de desnecessárias e desrespeitosas, poderá agradar mais cinéfilos do que qualquer meros amantes da sétima arte.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Transcendence

A minha temporada em Chicago foi corrida, e eu que planejava escrever diariamente sobre a cidade, acabei não conseguindo por falta de tempo, mas tudo bem. Tudo está aqui na memória e nos registros. E se eu conseguisse passar todas essas minhas lembranças e personalidade para uma máquina? Transformando o que diriam ser uma cópia de mim, num programa como o Jarvis do Sr. Tony Stark. Uma pessoa é o que é pelas lembranças que carrega?

Antes de tudo nunca me surpreendo com idéias além de um Sci-Fi, mas Transcendence, também não é um desses envolvidos de complexidade. É apenas um filme com um roteiro bem solto no sentido mais negativo positivo. Ele é marcado como o quarto filme fraco estrelado pelo Depp de forma consecutiva. O filme teria força se fosse sustentado em questões existenciais do início ao fim. No entanto ele decidiu se focar numa ação que não existe e num drama que passa longe de comover.

Transcender quer dizer ir além dos limites da normalidade, e tudo no filme se desencadeia assim que a "mente" de um cientista (Essência, memórias, ou seja o que for) acaba sendo transportado para uma máquina. Se a inteligência é artificial, ninguém sabe, se a alma foi passada por uma espécie de cabo USB ou por wi-fi muito menos ninguém saberia. Se aquilo que está na máquina é realmente o cientista que se foi, nem a própria viúva dele conseguiria desvendar. Tudo graças a um comportamento megalomaníaco do personagem que passa a ser virtual ao invés de carne e osso. Mas isso não quer dizer que ele não conseguiria dar um jeitinho para se aproximar da sua amada. Ele é encarado como vilão a partir do momento que o seu corpo passa a ser uma rede de códigos binários e circuitos não promovidos pela carne. Ele consegue montar um exercito graças a nanotecnologia ultra avançada que ele consegue desenvolver de forma que o faz soar mais como o magneto do que um cientista robotizado pelas suas crenças. O Depp se perde nessa mudança de corpo do personagem, fazendo-o criar algo inexpressivo desnecessariamente. Fazendo assim o Edward mãos de tesoura parecer não tão sem jeito assim. Antes que alguém não curta que eu falei mal da atuação do Johnny, saiba que curto o cara, e que os últimos três filmes não foram uma decepção para mim assim como dizem, mas tenho que admitir que dessa vez ele passou longe de uma boa atuação. Afinal o homem busca criar robôs mais próximos do homem, e o Depp passou distante da humanidade que deveria existir no personagem para passar ainda mais a dúvida: "É o cientista mesmo que está ali, ou é uma personalidade replicada criada por um sistema?"


Vamos começ

sábado, 12 de abril de 2014

O começo do aquecimennto em Chicago

A primeira vista Chicago me pareceu uma cidade vazia, quase eu não via qualquer movimento pelas ruas. A cidade dos ventos trazia um ar cortante logo nos primeiros dias que "brisavam" fortemente por aqui. Teve até um certo momento no qual o vento conseguiu me levar pelas ruas. Caminhando com passos leves.

Logo no terceiro dia fui percebendo o quanto a cidade tinha uma movimentação intensa. Os nativos de Chicago preferem pegar o carro para trafegar pela cidade. Os estacionamentos tem até uma sinalização maior para fácil identificação do que as estações de metrô. Por falar no The El (apelido carinhoso para o Tube daqui), é muito simples andar e se achar por aqui.

Na minha programação na primeira semana, fui para o Blue Man Group... Inclusive fui abordado pela produção do evento nesse dia para eu fazer parte da exibição na qual eu fui. O que foi bem divertido. Ter a experiência de eu ter ido a um espetáculo no qual adoro e de ser aplaudido no final do show foi incrível. Em todo show fixo do BMG, tem a banda de apoio, os próprios BMG e dois convidados da audience. O que foi feito comigo eu não digo porque faz parte do show, só sei que fiz uma pintura. O evento é mais sustentado na performance artística do que na musical, o que faz ser sutilmente diferente da performance que ocorre nas turnês do How To Be a Rockstar.  E por falar nisso, se lembram do Blue Man Brasileiro? Segundo informações, ele é um dos quatro BMG que estão em Chicago.

Nos dias seguintes visitei o Sky Deck, o Observatório John Hancock, Field Museum, Sheed Aquarium, e fui num outlet nada satisfatório. Fui num jogo do Chicago Bulls, e vi uma reação não tão entusiasmada dos fãs, vamos dizer que eles estavam lã, apenas por estar lã.

No final do dia esse post será completado. Meus dias por aqui andam muito corridos...