terça-feira, 1 de julho de 2014

Muppets 2: Procurados e Amados

Curte Broadway no cinema... aqui tem.
Teve uma infância compartilhada pela versão baby dos Muppets assim como eu tive? Bem, aí tem a versão crescida dos fantoches mais queridos do mundo.
O filme é dirigido por James Bobin, ele dirigiu o primeiro e segue na assinatura da nova edição.

Gonzo, Kermitt (The Frog), Miss Piggy, Fozzie Bear, são alguns dos muitos famosos fantoches que parecem mais controlar as nossas atenções do que serem controlados. As músicas que soam como grudentas aos ouvidos, até que pegam bem, tem uma pegada bem do estilo de composição da Broadway.

Tudo se passa quando um temido sapo toma o lugar de Kermitt ao escapar da prisão, e com isso tem o plano de acabar com a carreira dos Muppets e lucrar com isso. Apesar do tema infantil, tenho convicção que as musiquinhas ficarão ecoando nos ouvidos até nos ouvidos dos mais crescidinhos.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

O Grande Hotel Budapest

Fui ver O Grande Hotel Budapest num cinema que fica a 50 minutos de metrô do centro de Chicago, por um simples motivo... por ser mais em conta mesmo. Eu fui em grupo, mas o filme quem escolheu foi eu! Fui sem me lembrar que era um filme do Wes Anderson. Sim, é tanto filme que vejo que acabo ficando perdido. Pelo estilo de filmagem, pelos cenários que parecem ter saído de um realista desenho animado e pelos personagens caricatos identifiquei de cara o diretor do filme, o grande Wes Anderson. Um cara que conseguiu consolidar um gênero próprio de filme, com um humor refinado e competente.

Divertido, sim, O Grande Hotel Budapeste é, e os diálogos mostram bem a personalidade de cada personagem. Onde até as pequenas participações acabam se tornando grande nessa busca pela liberdade do personagem central, junto com o seu fiel escudeiro, o Lobby Boy. Não há um grande heroísmo nos personagens centrais, apesar deles se portarem mais como seres intuitivos do que meramente metódicos.

Esse filme do Wes apesar de conter cenas de desnecessárias e desrespeitosas, poderá agradar mais cinéfilos do que qualquer meros amantes da sétima arte.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Transcendence

A minha temporada em Chicago foi corrida, e eu que planejava escrever diariamente sobre a cidade, acabei não conseguindo por falta de tempo, mas tudo bem. Tudo está aqui na memória e nos registros. E se eu conseguisse passar todas essas minhas lembranças e personalidade para uma máquina? Transformando o que diriam ser uma cópia de mim, num programa como o Jarvis do Sr. Tony Stark. Uma pessoa é o que é pelas lembranças que carrega?

Antes de tudo nunca me surpreendo com idéias além de um Sci-Fi, mas Transcendence, também não é um desses envolvidos de complexidade. É apenas um filme com um roteiro bem solto no sentido mais negativo positivo. Ele é marcado como o quarto filme fraco estrelado pelo Depp de forma consecutiva. O filme teria força se fosse sustentado em questões existenciais do início ao fim. No entanto ele decidiu se focar numa ação que não existe e num drama que passa longe de comover.

Transcender quer dizer ir além dos limites da normalidade, e tudo no filme se desencadeia assim que a "mente" de um cientista (Essência, memórias, ou seja o que for) acaba sendo transportado para uma máquina. Se a inteligência é artificial, ninguém sabe, se a alma foi passada por uma espécie de cabo USB ou por wi-fi muito menos ninguém saberia. Se aquilo que está na máquina é realmente o cientista que se foi, nem a própria viúva dele conseguiria desvendar. Tudo graças a um comportamento megalomaníaco do personagem que passa a ser virtual ao invés de carne e osso. Mas isso não quer dizer que ele não conseguiria dar um jeitinho para se aproximar da sua amada. Ele é encarado como vilão a partir do momento que o seu corpo passa a ser uma rede de códigos binários e circuitos não promovidos pela carne. Ele consegue montar um exercito graças a nanotecnologia ultra avançada que ele consegue desenvolver de forma que o faz soar mais como o magneto do que um cientista robotizado pelas suas crenças. O Depp se perde nessa mudança de corpo do personagem, fazendo-o criar algo inexpressivo desnecessariamente. Fazendo assim o Edward mãos de tesoura parecer não tão sem jeito assim. Antes que alguém não curta que eu falei mal da atuação do Johnny, saiba que curto o cara, e que os últimos três filmes não foram uma decepção para mim assim como dizem, mas tenho que admitir que dessa vez ele passou longe de uma boa atuação. Afinal o homem busca criar robôs mais próximos do homem, e o Depp passou distante da humanidade que deveria existir no personagem para passar ainda mais a dúvida: "É o cientista mesmo que está ali, ou é uma personalidade replicada criada por um sistema?"


Vamos começ

sábado, 12 de abril de 2014

O começo do aquecimennto em Chicago

A primeira vista Chicago me pareceu uma cidade vazia, quase eu não via qualquer movimento pelas ruas. A cidade dos ventos trazia um ar cortante logo nos primeiros dias que "brisavam" fortemente por aqui. Teve até um certo momento no qual o vento conseguiu me levar pelas ruas. Caminhando com passos leves.

Logo no terceiro dia fui percebendo o quanto a cidade tinha uma movimentação intensa. Os nativos de Chicago preferem pegar o carro para trafegar pela cidade. Os estacionamentos tem até uma sinalização maior para fácil identificação do que as estações de metrô. Por falar no The El (apelido carinhoso para o Tube daqui), é muito simples andar e se achar por aqui.

Na minha programação na primeira semana, fui para o Blue Man Group... Inclusive fui abordado pela produção do evento nesse dia para eu fazer parte da exibição na qual eu fui. O que foi bem divertido. Ter a experiência de eu ter ido a um espetáculo no qual adoro e de ser aplaudido no final do show foi incrível. Em todo show fixo do BMG, tem a banda de apoio, os próprios BMG e dois convidados da audience. O que foi feito comigo eu não digo porque faz parte do show, só sei que fiz uma pintura. O evento é mais sustentado na performance artística do que na musical, o que faz ser sutilmente diferente da performance que ocorre nas turnês do How To Be a Rockstar.  E por falar nisso, se lembram do Blue Man Brasileiro? Segundo informações, ele é um dos quatro BMG que estão em Chicago.

Nos dias seguintes visitei o Sky Deck, o Observatório John Hancock, Field Museum, Sheed Aquarium, e fui num outlet nada satisfatório. Fui num jogo do Chicago Bulls, e vi uma reação não tão entusiasmada dos fãs, vamos dizer que eles estavam lã, apenas por estar lã.

No final do dia esse post será completado. Meus dias por aqui andam muito corridos...

 

sábado, 29 de março de 2014

Divulgação Noé: Russell Crowe


Russell Crowe passou pelo Rio na sexta, dia 17/03 para falar sobre Noé (Projeito este dirigido pelo mesmo diretor de Cisne Negro). A espera pelo astro que estrelou filmes como Gladiador e Uma Mente Brilhante, foi grande, quase duas horas de espera para a coletiva ter início (de qualquer jeito eu já estava acostumado com a espera, pois o Axl Rose tinha me feito esperar bem na noite anterior a coletiva).

No bate-papo que por muitas vezes foi marcada por um estranho silêncio, talvez pelas respostas curtas e simples do Crowe, fez a conversa ir com um ritmo lento no início, mas depois tudo foi fluindo, como se tivesse sido gerado um sentimento maior de conforto entre as partes. Na pauta entrou a visita do Russell ao Vaticano, e a natureza do personagem Noé, que segundo ele, o mesmo seria apenas um instrumento. Ele disse adorar animais e ficou decepcionado em parte por não ter atuado com uma fauna não digital.
Russell acabou reencontrando três atores com os quais já trabalhou, entre eles estão: Jennifer Connelly (“Uma Mente Brilhante“), Anthony Hopkins (“Spotswood“) e Logan Lerman (“Os Indomáveis“).

Antes da coletiva ele chegou a dar uma rodada de bike, e aproveitou para falar o quanto ele achou o Rio desorganizado. O que foi reafirmado horas depois com uma mensagem no Twitter, falando que ele estava a caminho do aeroporto e que estava a mais de 2:30 no carro num trajeto que partiu de Ipanema.

Foto: Alexandre Bragança (Pipoca Gigante)


sexta-feira, 28 de março de 2014

Lançamento do site Renato Russo



A festa de lançamento do site RenatoRusso.com.br, ocorreu em grande estilo no Barzin em Ipanema. Contou com a presença de membros de alguns fã clubes do Legião e no palco, encontramos o Bruno Gouveia (vocalista do Biquíni Cavadão), Kadu Lambach (primeiro guitarrista da Legião), e Fred Nascimento (Que chegou a ser guitarrista de apoio da banda em algum momento). Os sucessos do Legião Urbana não foram esquecidos e animaram a todos os convidados presentes.

Renato Ruso adorava sons de bandas como o Sex Pistols e a sonoridade do David Bowie, sem deixar de lado o balanço clássico dos Beach Boys. Bandas estas fácilmente encontradas em pubs ingleses, que por sinal, tem um bom gosto musical quase unanime... e na festa também, é claro (enquanto o show tributo não começava).

A decoração do ambiente contou com imagens e frases do Renato. E a festa que comemorou não só o lançamento do site como também serviu de homenagem aos 54 anos. O site RenatoRusso.com.br está com o seu conteúdo aberto desde os primeiros minutos da última sexta. Contém conteúdos exclusivos, vídeos, fotos e muitos outros materiais relacionados. 

terça-feira, 25 de março de 2014

Rio 2: No instinto coletivo da natureza.


No dia 17 de março, nos foi apresentado o Rio 2, a continuação do projeto do Carlos Saldanha que cultua o amor ao Rio. Blue, a querida ararinha azul norte-americana, está de volta, e dessa vez com uma família formada. Com direito a três ararinhas adolescentes, e ao vilão Nigel, além dos vilões humanos tradicionais. Nessa nova jornada foram encaixados personagens novos e realmente carismáticos, o que nem sempre é aprovado de cara em animações do gênero. E vamos dizer que segue bem o estilo do primeiro filme, apesar da aventura agora se na Amazônia, na maior parte do tempo. Com direito a passagem pela Bahia, e outros estados brasileiros.

Na coletiva que ocorreu no início dessa semana, foi muito discutido o aspecto musical do filme que foi assinado em grande parte pelo Sergio Mendes e Carlinhos Brown, afinal todo o quesito pertencente ao termo musicalidade, é bem nacional. Originalmente pensada na nossa língua portuguesa, já que a transcrição para o inglês foi a tradução desse projeto. Mas no processo de adaptação para outras línguas, as novas traduções viriam do Inlgês. O processo de criação também foi bem discutido, assim como o surgimento dos personagens rivais.

Rodrigo Santoro falou do seu duplo trabalho na pele do pesquisador, tendo em vista que ele encarna o personagem nas duas línguas. Ao todo o seu trabalho durou 6 dias dedicados exclusivamente ao seu personagem. Santoro havia recém-chegado das gravações do filme sobre os 33 mineiros chilenos que passaram 69 dias presos numa jazida, intitulado de "The 33".