segunda-feira, 25 de março de 2013

Tom Cruise vem ao Rio de Janeiro para lançar ‘Oblivion’


Tom Cruise está de volta ao Rio (é sua quarta visita à cidade). Ele vem lançar o filme “Oblivion”, no qual interpreta Jack Harper, um dos últimos restauradores de aeronaves restantes na Terra, em um longa que mistura ação e ficção científica. Na próxima quarta, dia 27, ele chega ao Brasil vindo da Argentina e já participa da première que acontece no Odeon (Praça Floriano, 7 – Lapa), onde irá atender aos fãs que forem vê-lo cruzar o tapete vermelho montado na frente do cinema. Após sua estada no país – ele passa a Semana Santa no Rio –, Cruise parte para Moscou para divulgar o longa-metragem.
Com Tom Cruise, chegam as atrizes Olga Kurylenko e Andrea Riseborough, em sua primeira visita ao Brasil. Ucraniana, Olga se destacou no papel como a bond girl Camille, contracenando com Daniel Craig (James Bond) em “007 - Quantum of Solace” (2008). Andrea é atriz inglesa de sucesso no teatro, tendo recebido o prêmio Ian Charleson 2006 por sua excepcional performance em “Miss Julie” e Medida por Medida”. No cinema estrelou o filme de Madonna em “W.E. – O Romance do Século”, de 2011.

Em “Oblivion”, Julia (Olga) é uma sobrevivente que Jack encontra em uma nave espacial que cai do espaço na Terra. Ele a leva para casa, onde vive com sua amiga Victoria (Andrea). Jack e Victoria são os últimos sobreviventes da Terra, que foi destruída ocasionando uma emigração da população para outro planeta.

Sobre contracenar com Tom, Olga enaltece: “Tom é ótimo! Ele é uma pessoa fascinante, consegue fazer tudo o que quer em sua vida. No set, ele era ator e produtor, estando  envolvido em tudo. Ótimo em seu trabalho, Tom é um ator fascinante, generoso e solidário. Ele é muito gentil e atencioso com todos no set”.

Sinopse “Oblivion”:
Tom Cruise estrela Oblivion, uma obra cinematográfica inovadora do diretor de TRON: O Legado e do produtor de Planeta dos Macacos: A Origem. Em uma espetacular Terra do futuro que evoluiu além do reconhecimento, a confrontação de um homem com o passado o levará a uma jornada de redenção e descobertas, na medida em que ele luta para salvar a espécie humana.
Jack Harper (Cruise) é um dos últimos restauradores de aeronaves restantes na Terra. Como parte de uma grande operação para extrair recursos vitais, depois de décadas de guerra com uma ameaça terrível conhecida como Scavs, a missão de Jack está quase completa.

Morando e patrulhando os céus de tirar o fôlego a partir de uma grande altura, toda sua existência desmorona quando ele salva uma linda estranha de uma espaçonave destruída (Julia). A chegada desta mulher dá início a uma série de eventos que o forçam a questionar tudo o que sabe e coloca o destino da humanidade em suas mãos.
Oblivion foi filmado com a deslumbrante resolução 4K digital em locações por todos os Estados Unidos e Islândia. Distribuição da Universal Pictures.
Estreia: 12 de abril


Ficha técnica
Gênero:                            Aventura de Ação
Elenco:                             Tom Cruise, Olga Kurylenko, Andrea Riseborough, Nikolaj Coster Waldau e Melissa Leo
Direção de:                       Joseph Kosinski
Roteiristas:                       William Monahan, Karl Gajdusek, Michael Arndt
Baseado na História de:      Joseph Kosinski
Produção de:                     Peter Chernin, Dylan Clark, Barry Levine, Duncan Henderson,
Joseph Kosinski
Produtores Executivos:        Dave Morrison, Jesse Berger


sexta-feira, 22 de março de 2013

Ganhadora do Oscar Halle Berry virá ao Brasil para lançar ‘Chamada de Emergência’



ATRIZ CHEGA AO RIO DE JANEIRO NO DIA 8 DE ABRIL, ONDE ATENDERÁ A IMPRENSA E PARTICIPARÁ DE PREMIÈRE. FILME É LANÇAMENTO DA DIAMOND FILMS BRASIL


A Diamond Films, que passou a operar no Brasil esse ano como distribuidora de filmes independentes, traz ao  país a primeira estrela internacional do seu casting. A ganhadora do Oscar Halle Berry virá ao Rio em 9 de  abril para divulgar o longa “Chamada  de Emergência” (“The Call”), que estreia em 12/4.
“Chamada de Emergência” (http://www.call-movie.com) é um thriller protagonizado por Halle Berry. A atriz  ganhadora do  Oscar interpreta Jordan Turner, uma experiente operadora do sistema de chamada de  emergência norte-americano (911), que  precisa lidar com o pedido de socorro de uma adolescente (Abigail  Breslin, a garotinha de “Pequena Miss Sunshine”, agora com  os seus 16 anos), que acaba de ser sequestrada.  O suspense aumenta quando Turner percebe que, para salvar a vida da menina,  precisará lidar com uma  conhecida voz do passado.

No dia 5 de abril, a Diamond Films Brasil ainda lança no país o novo longa do diretor Steven Soderbergh, “Terapia de Risco”, sem a presença do elenco. O primeiro filme da distribuidora que estreou no país foi a comédia “O Quarteto”, dirigida por Dustin Hoffman, em 8 de março.
O longa é dirigido por Brad Anderson, o mesmo de “O Operário”, filme de 2004 protagonizado por Christian Bale, além de “Expresso Transiberiano”, “Next Stop Wonderland”, entre outros longas e séries de TV (“Boardwalk Empire”, “Alcatraz”, “Fringe”). Nos Estados Unidos, “Chamada de Emergência” tem previsão de estreia para a próxima sexta-feira, 15 de março.


terça-feira, 12 de março de 2013

Jonas Brothers no Rio


A banda liderada por Kevin, Joe e Nick Jonas foram lançados em 2005 ganhando visibilidade pela Disney Channel, e a noite dessa terça-feira, mostrou que ainda conta com uma legião de fãs. Desde 2010 sem lançar um álbum juntos, o grupo já chegou a se separar por questões pessoais, e um deles ( o Nick Jonas) já chegou a tentar carreira solo, que foi bem recepcionado pelo seu público.

O trio fez sua última aparição no Brasil em 2010, com shows lotados, com direitos a gritos de histeria e de empolgação, e no recente show de ontem não foi diferente. Eles tiveram direito ao mesmo repertório das fãs que se esgoelavam para demonstrar sua admiração pela banda.
O show começou quase pontualmente, foi competente, cumpriu com precisão o exigido pelas expectativas das fãs. Os caras mostraram que continuam na estrada... O nível de comparação da banda com outras, cresceu após o surgimento do One Direction, mas como acredito que entre bandas não deve haver rivalidade, já que cada um tem uma forma criativa de demonstrar seu som, então esse é um assunto que não tem que haver um profundamento. Aproveitando a onda do Harlem Shake, os Jonas entraram em cena ao som do Harlem Shake do DJ Baauer. Para quem não sabe o nome Harlem Shake não é nome do movimento, mas sim o nome da música que acabou inspirando um determinado grupo de pessoas, que deu assim...origem ao movimento mais descontraído do momento.

Os Jonas Brothers prometem voltar, se logo ou não eu não sei, mas comparando o tempo da última aparição deles, o até breve é evidente. O set list contou com clássicos da banda, e com baladas, os fãs como de costume, mostraram que sabiam praticamente todas as letras.


Fotos: Néstor J. Beremblum - Divulgação T4F






Confira o Set List:



segunda-feira, 11 de março de 2013

TNT Street Race

Nesse último domingo dia 10/03, o aterro do Flamengo virou pista de corrida para algumas Ferraris, incluindo a Fórmula 1 do Felipe Massa que estará em ação semana que vêm na Austrália. o TNT Street Race também contou com a presença dos atletas do Team TNT que se destacam nos esportes radicais: como o piloto de Motocros Freestyle Gilmar “Joaninha” Flores, e o paraquedista Luigi Cani, recordista mundial de velocidade em queda livre. Além de ter contado com a presença do José Aldo no camarote, outro atleta TNT que também faz bonito na sua modalidade.

A paixão pela Fórmula 1 moveu milhares de pessoas ao Aterro do Flamengo, e quem foi pode conferir, não somente uma exibição de uma Fórmula 1, que deixa qualquer marmanjo de olhos bem abertos, como também um salto irado do Luigi Cani posando direto numa Ferrari conversível em movimento. Claro que numa velocidade plausível para facilitar, mas mesmo assim o nível técnico e precisão exigido ao paraquedista era grande. Tivemos também a apresentação de abertura que contou com o Joaninha, que deu um show em solo e nos ares. A Ferrari Parade também era uma forma de atiçar as visões de quem estava por lá, diversos modelos e cores atraindo bem as atenções com sua beleza e com o ronco dos seus motores. E por falar em ronco do motor, por lá os amantes do esporte obviamente se sentiram entusiasmados pela exibição da estrela do dia, a Fórmula 1 do Massa fazendo sua marca no asfalto, correndo em alta velocidade. O que dificultava as lentes de câmeras amadoras a acompanharem, até mesmo os olhares poderiam ficar perdidos, porque quando viam... já foi. Realmente foi um evento único e que pretende marcar presença anualmente.


No camarote pudemos conferir os bastidores, o Box da Ferrari e seu Staff Técnico, alguns jogos simuladores, que por sinal eram difíceis demais de jogar, e olha que sou bom no assunto. Além de um cardápio gastronômico bem elaborado. Foi um evento muito bem organizado e que vai ficar na história do Rio, em cada detalhe. Pude falar rapidamente com o Massa (tirar uma foto com o cara) e pela quinta vez acabei tirando mais fotos com o Aldo. Já que as primeiras sequências de fotos que tirei com ele foi no backstage do último UFC Rio, no dia da pesagem, levando em consideração que eu tinha passe de backstage para o último UFC. Parabéns a TNT Energy Drink pelos patrocínios a tais modalidades esportivas, por estar representando bem o Brasil diante o exterior, e por esse evento inesquecível. Uma iniciativa de uma marca que demonstra mais que qualidade no seu produto, como também atitude.



quinta-feira, 7 de março de 2013

Coletiva + Crítica A Busca


Nessa quarta-feira, dia 06/03, rolou a coletiva do filme A Busca. Um filme que teve muitos títulos antes de encontrar "A Busca". A escolha do nome, apesar de um pouco tardia surgiu para atrair um público a mais, e não resumir o filme a um título "cult".

Foi discutido a forma de composição dos personagens e o uso de experiências pessoais como a paternidade e a maternidade como forma de inspirar seus personagens. Para um ator é inevitável não se munir de sentimentos que pareçam reais para trazer a devida emoção.

Vou ser sincero com vocês, a primeira impressão que eu tive ao ver o trailer do filme A Busca, eu achava que se tratava de um anúncio de uma conhecida marca de carros, e duvidei da qualidade do filme. Não sei se foi por se assemelhar a um "Road Movie", que o trailer ajudou a passar essa visão. Mas A Busca, agrada sem problemas, é um filme bem conectado, e muda de cara com o passar do tempo, passando de um breve suspense para uma aventura, porém o toque de drama continua.


Wagner e o Luciano Moura falaram da possibilidade de trabalhos no exterior. W. Moura deixou claro que não aceitaria qualquer trabalho, só por fazer, mas se tiver um roteiro bom, ele não hesitaria. Por falar nisso a produtora de J. J. Abrams, a Bad Robot, disse ser obcecada pelo Wagner Moura. E o quer logo num longa deles.

O filme possui inúmeros coadjuvantes de imensa importância a história. A mesma trata literalmente da não só da busca de um filho aparentemente desaparecido, mas sim de uma busca pessoal espontânea, trazendo assim um processo de entendimento próprio e do ambiente que o cerca. “A Busca” é um thriller dramático. No dia que o Pedro, um garoto de 15 anos completa 15 anos, Pedro viaja, porém sem avisar para onde iria, e sem deixar qualquer notícias, mentindo sobre sua verdadeira intenção. Seu pai – o médico Theo - com quem tinha uma relação movida também por discussões, cai na estrada a procura de seu filho. Na viagem ele encontra pontos em comum que o levariam as pistas evidentes para o encontro do seu filho, um resgate que acaba transformando o pai. 

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Super Bowl 47: Impressões


Por Rafael (Eagle Eye)

Eu sempre quis conhecer New Orleans, afinal é o berço do Blues e a origem do Rock, e juntar esse fator com um evento que “Rocks” de verdade como o Super Bowl. A edição XLVII, não só acabou em parte com a minha curiosidade com relação a um dos maiores eventos esportivos do mundo, o mesmo me trouxe uma aula de como um evento deve ser organizado.

O Super Bowl não é só conhecido pelo meio esportivo, mas como também por diversas áreas de entretenimento, cinema, música, entre outros, devido a tamanha importância que é dado a publicidade vinculada durante a ocorrência do mesmo.

Assim que desembarquei em Dallas – Fort Worth para fazer conexão para New Orleans, vi um bando de torcedores uniformizados por produtos dos 49Ers. Logo pensei que a torcida seria tomada por torcedores desse famoso time de San Francisco, que por sinal e por coincidência do destino, é o time para o qual sempre torci.

Logo que cheguei fui recepcionado por colares e mais colares típicos do Mardi Gras de New Orleans, a cada 10m recebiamos 2 colares ou mais. O terminal estava decorado com as devidas boas vindas para o pessoal que iria partir para o Super Bowl. E chegando no hotel não podia ser diferente, pois no próprio local que era feito check-in no hotel, havia uma placa avisando sobre a retirada de ingressos .
 
Ao deixar as malas no quarto, fui correndo para a rua para conhecer a cidade, andei pela famosa Bourbon Street (onde acabei coletando mais colares) e segui para o French Quarter, French Market, e por um espaço próximo ao canal, no qual estava ocorrendo pequenos shows promovidos pelo Super Bowl e a circulação de um grande fluxo de pessoas. Ao longo do caminho artes de rua eram visíveis, como bandas locais, e Street Dance.

Ambas as torcidas andavam pelas ruas harmoniosamente, de um lado havia o grito típico da torcida dos 49Ers “Ahu-Ahu-Ahu” vindo sonoramente do filme 300 e da torcida dos Baltimore um grito empolgado que lembrava a música eletrônica “Zombie Nation” que por sinal, eu acabei me pegando reproduzindo tal som, mesmo eu sendo 49Ers, é que a música ficava na cabeça. Todos se respeitavam, mas não perdiam a chance de fazer alguma leve brincadeira.

New Orleans já é uma cidade pequena, mas ficou ainda mais com os olhares do mundo todo voltados a um só lugar. No dia do jogo, veio ainda mais a ansiedade para presenciar ao vivo o meu primeiro Super Bowl. Começamos indo para o local do evento no começo do dia, mas acabamos mudando de ideia logo, para partirmos para o NFL Experience, o local que faz você treinar como os astros do Football, mas de uma forma mais leve, é claro. Nada de uma brincadeira envolvendo treino pesado, afinal até as crianças também poderiam participar. Por lá encontrávamos além das gincanas, shopping de produtos oficiais do evento, uma amostra de como é feita a bola oval, alguns jogadores para sessões de autógrafos, um bando de fãs entusiasmados, e muitas outras formas de fazer você interagir com o meio.






Saindo de lá partimos para o Tailgate, que seria uma festa de aquecimento para o Super Bowl, e saí de lá com a sensação de que consegui conhecer a culinária inteira de New Orleans em 2:30. Afinal as comidas e a bebidas típicas de lá (as não tão típicas também) estavam liberadas para os portadores dos passes do Tailgate. Como tinham muitas mesas com diferentes tipos de comida, e como tudo era feito com uma rapidez impressionante, não havia filas. A organização  em geral (como já dito anteriormente) me chamou muito atenção, eles conseguiam fazer o público se achar facilmente, e no Tailgate como parte desse grande espetáculo, também não foi diferente. O meu momento no Tailgate fechou com a apresentação fechada da banda Matchbox 20.

Ao entrar finalmente na Mercedes-Benz Superdome, encontramos um estádio literalmente lotado, como prometido pela organização do evento que informou dias antes que eles conseguiriam lotar o estádio. O jogo permaneceu intenso para os torcedores do Ravens, e silencioso para os torcedores do 49Ers, com exceção da minha empolgação, pois só de estar lá eu já estava curtindo demais. O que acontecesse naquele jogo seria histórico. Olhando pelo lado positivo, o evento marcou o retorno do Super Bowl a New Orleans anos após o Katrina, mostrando assim que a cidade está sempre pronta para um grande evento, o lado negativo foi que o evento que tinha o 49 Ers como favorito, acabou com o lado invicto do time de São Francisco no quesito Super Bowl, afinal eles estiveram em mais de um Super Bowl sem nunca perder, mas infelizmente eles acabaram quebrando a tradição. Ravens mostrou domínio no jogo, fez por merecer, eu não diria que houve mais ataque por parte do time de Baltimore, eu poderia dizer que a defesa dos 49Ers encontrava-se fragilizada, e o dos Ravens cada vez mais forte. Isso formou a grande diferença de pontuação nos momentos iniciais. O equilíbrio foi estabelecido apenas na metade final, provocando assim um final aparentemente dramático e angustiante para os torcedores do time de SF, mas que já nos 1’30” finais, já víamos que não poderia ser feito mais nada de certo modo.

A Beyonce quebrou recordes de audiência no quesito show, a montagem do seu palco em poucos minutos e que foi foco de grandes efeitos, clamou pela minha atenção. Momentos após, nem o apagão que ocorreu pouco tempo depois do show dela conseguiu tirar a minha atenção do gramado, talvez porque eu poderia estar num estado de paz como se eu tivesse praticado yoga, justamente por eu ter tido mais um sonho realizado. 


Agradeço a equipe que me proporcionou o meu primeiro Super Bowl!












quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Django Soundtrack

http://www.unchainedsoundtrack.com

"O que Enio Morricone, Rick Ross, James Brown e 2Pac têm em comum?


Todos eles fazem parte da trilha sonora de Django Livre (Brasil) Ouça todas as músicas aquihttp://bit.ly/djangotrilha"- Sony Pictures