No camarote pudemos conferir os bastidores, o Box da Ferrari e seu Staff Técnico, alguns jogos simuladores, que por sinal eram difíceis demais de jogar, e olha que sou bom no assunto. Além de um cardápio gastronômico bem elaborado. Foi um evento muito bem organizado e que vai ficar na história do Rio, em cada detalhe. Pude falar rapidamente com o Massa (tirar uma foto com o cara) e pela quinta vez acabei tirando mais fotos com o Aldo. Já que as primeiras sequências de fotos que tirei com ele foi no backstage do último UFC Rio, no dia da pesagem, levando em consideração que eu tinha passe de backstage para o último UFC. Parabéns a TNT Energy Drink pelos patrocínios a tais modalidades esportivas, por estar representando bem o Brasil diante o exterior, e por esse evento inesquecível. Uma iniciativa de uma marca que demonstra mais que qualidade no seu produto, como também atitude.
segunda-feira, 11 de março de 2013
TNT Street Race
Nesse último domingo dia 10/03, o aterro do Flamengo virou pista de corrida para algumas Ferraris, incluindo a Fórmula 1 do Felipe Massa que estará em ação semana que vêm na Austrália. o TNT Street Race também contou com a presença dos atletas do Team TNT que se destacam nos esportes radicais: como o piloto de Motocros Freestyle Gilmar “Joaninha” Flores, e o paraquedista Luigi Cani, recordista mundial de velocidade em queda livre. Além de ter contado com a presença do José Aldo no camarote, outro atleta TNT que também faz bonito na sua modalidade.
A paixão pela Fórmula 1 moveu milhares de pessoas ao Aterro do Flamengo, e quem foi pode conferir, não somente uma exibição de uma Fórmula 1, que deixa qualquer marmanjo de olhos bem abertos, como também um salto irado do Luigi Cani posando direto numa Ferrari conversível em movimento. Claro que numa velocidade plausível para facilitar, mas mesmo assim o nível técnico e precisão exigido ao paraquedista era grande. Tivemos também a apresentação de abertura que contou com o Joaninha, que deu um show em solo e nos ares. A Ferrari Parade também era uma forma de atiçar as visões de quem estava por lá, diversos modelos e cores atraindo bem as atenções com sua beleza e com o ronco dos seus motores. E por falar em ronco do motor, por lá os amantes do esporte obviamente se sentiram entusiasmados pela exibição da estrela do dia, a Fórmula 1 do Massa fazendo sua marca no asfalto, correndo em alta velocidade. O que dificultava as lentes de câmeras amadoras a acompanharem, até mesmo os olhares poderiam ficar perdidos, porque quando viam... já foi. Realmente foi um evento único e que pretende marcar presença anualmente.
No camarote pudemos conferir os bastidores, o Box da Ferrari e seu Staff Técnico, alguns jogos simuladores, que por sinal eram difíceis demais de jogar, e olha que sou bom no assunto. Além de um cardápio gastronômico bem elaborado. Foi um evento muito bem organizado e que vai ficar na história do Rio, em cada detalhe. Pude falar rapidamente com o Massa (tirar uma foto com o cara) e pela quinta vez acabei tirando mais fotos com o Aldo. Já que as primeiras sequências de fotos que tirei com ele foi no backstage do último UFC Rio, no dia da pesagem, levando em consideração que eu tinha passe de backstage para o último UFC. Parabéns a TNT Energy Drink pelos patrocínios a tais modalidades esportivas, por estar representando bem o Brasil diante o exterior, e por esse evento inesquecível. Uma iniciativa de uma marca que demonstra mais que qualidade no seu produto, como também atitude.


No camarote pudemos conferir os bastidores, o Box da Ferrari e seu Staff Técnico, alguns jogos simuladores, que por sinal eram difíceis demais de jogar, e olha que sou bom no assunto. Além de um cardápio gastronômico bem elaborado. Foi um evento muito bem organizado e que vai ficar na história do Rio, em cada detalhe. Pude falar rapidamente com o Massa (tirar uma foto com o cara) e pela quinta vez acabei tirando mais fotos com o Aldo. Já que as primeiras sequências de fotos que tirei com ele foi no backstage do último UFC Rio, no dia da pesagem, levando em consideração que eu tinha passe de backstage para o último UFC. Parabéns a TNT Energy Drink pelos patrocínios a tais modalidades esportivas, por estar representando bem o Brasil diante o exterior, e por esse evento inesquecível. Uma iniciativa de uma marca que demonstra mais que qualidade no seu produto, como também atitude.
quinta-feira, 7 de março de 2013
Coletiva + Crítica A Busca
Nessa quarta-feira, dia 06/03, rolou a coletiva do filme A Busca. Um filme que teve muitos títulos antes de encontrar "A Busca". A escolha do nome, apesar de um pouco tardia surgiu para atrair um público a mais, e não resumir o filme a um título "cult".
Foi discutido a forma de composição dos personagens e o uso de experiências pessoais como a paternidade e a maternidade como forma de inspirar seus personagens. Para um ator é inevitável não se munir de sentimentos que pareçam reais para trazer a devida emoção.
Vou ser sincero com vocês, a primeira impressão que eu tive ao ver o trailer do filme A Busca, eu achava que se tratava de um anúncio de uma conhecida marca de carros, e duvidei da qualidade do filme. Não sei se foi por se assemelhar a um "Road Movie", que o trailer ajudou a passar essa visão. Mas A Busca, agrada sem problemas, é um filme bem conectado, e muda de cara com o passar do tempo, passando de um breve suspense para uma aventura, porém o toque de drama continua.
Wagner e o Luciano Moura falaram da possibilidade de trabalhos no exterior. W. Moura deixou claro que não aceitaria qualquer trabalho, só por fazer, mas se tiver um roteiro bom, ele não hesitaria. Por falar nisso a produtora de J. J. Abrams, a Bad Robot, disse ser obcecada pelo Wagner Moura. E o quer logo num longa deles.
O filme possui inúmeros coadjuvantes de imensa importância a história. A mesma trata literalmente da não só da busca de um filho aparentemente desaparecido, mas sim de uma busca pessoal espontânea, trazendo assim um processo de entendimento próprio e do ambiente que o cerca. “A Busca” é um thriller dramático. No dia que o Pedro, um garoto de 15 anos completa 15 anos, Pedro viaja, porém sem avisar para onde iria, e sem deixar qualquer notícias, mentindo sobre sua verdadeira intenção. Seu pai – o médico Theo - com quem tinha uma relação movida também por discussões, cai na estrada a procura de seu filho. Na viagem ele encontra pontos em comum que o levariam as pistas evidentes para o encontro do seu filho, um resgate que acaba transformando o pai.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Super Bowl 47: Impressões
Por Rafael (Eagle Eye)
Eu sempre quis
conhecer New Orleans, afinal é o berço do Blues e a origem do Rock, e juntar
esse fator com um evento que “Rocks” de verdade como o Super Bowl. A edição
XLVII, não só acabou em parte com a minha curiosidade com relação a um dos
maiores eventos esportivos do mundo, o mesmo me trouxe uma aula de como um
evento deve ser organizado.
O Super Bowl não é
só conhecido pelo meio esportivo, mas como também por diversas áreas de
entretenimento, cinema, música, entre outros, devido a tamanha importância que
é dado a publicidade vinculada durante a ocorrência do mesmo.
Assim que
desembarquei em Dallas – Fort Worth para fazer conexão para New Orleans, vi um
bando de torcedores uniformizados por produtos dos 49Ers. Logo pensei que a
torcida seria tomada por torcedores desse famoso time de San Francisco, que por
sinal e por coincidência do destino, é o time para o qual sempre torci.
Ao deixar as malas
no quarto, fui correndo para a rua para conhecer a cidade, andei pela famosa
Bourbon Street (onde acabei coletando mais colares) e segui para o French
Quarter, French Market, e por um espaço próximo ao canal, no qual estava ocorrendo
pequenos shows promovidos pelo Super Bowl e a circulação de um grande fluxo de
pessoas. Ao longo do caminho artes de rua eram visíveis, como bandas locais, e
Street Dance.
New Orleans já é uma
cidade pequena, mas ficou ainda mais com os olhares do mundo todo voltados a um
só lugar. No dia do jogo, veio ainda mais a ansiedade para presenciar ao vivo o
meu primeiro Super Bowl. Começamos indo para o local do evento no começo do
dia, mas acabamos mudando de ideia logo, para partirmos para o NFL Experience, o
local que faz você treinar como os astros do Football, mas de uma forma mais
leve, é claro. Nada de uma brincadeira envolvendo treino pesado, afinal até as
crianças também poderiam participar. Por lá encontrávamos além das gincanas,
shopping de produtos oficiais do evento, uma amostra de como é feita a bola
oval, alguns jogadores para sessões de autógrafos, um bando de fãs
entusiasmados, e muitas outras formas de fazer você interagir com o meio.
Saindo de lá partimos para o Tailgate, que seria uma festa de aquecimento para o Super Bowl, e saí de lá com a sensação de que consegui conhecer a culinária inteira de New Orleans em 2:30. Afinal as comidas e a bebidas típicas de lá (as não tão típicas também) estavam liberadas para os portadores dos passes do Tailgate. Como tinham muitas mesas com diferentes tipos de comida, e como tudo era feito com uma rapidez impressionante, não havia filas. A organização em geral (como já dito anteriormente) me chamou muito atenção, eles conseguiam fazer o público se achar facilmente, e no Tailgate como parte desse grande espetáculo, também não foi diferente. O meu momento no Tailgate fechou com a apresentação fechada da banda Matchbox 20.
Ao entrar finalmente
na Mercedes-Benz Superdome, encontramos um estádio literalmente lotado, como
prometido pela organização do evento que informou dias antes que eles conseguiriam
lotar o estádio. O jogo permaneceu intenso para os torcedores do Ravens, e
silencioso para os torcedores do 49Ers, com exceção da minha empolgação, pois
só de estar lá eu já estava curtindo demais. O que acontecesse naquele jogo seria
histórico. Olhando pelo lado positivo, o evento marcou o retorno do Super Bowl
a New Orleans anos após o Katrina, mostrando assim que a cidade está sempre
pronta para um grande evento, o lado negativo foi que o evento que tinha o 49
Ers como favorito, acabou com o lado invicto do time de São Francisco no
quesito Super Bowl, afinal eles estiveram em mais de um Super Bowl sem nunca
perder, mas infelizmente eles acabaram quebrando a tradição. Ravens mostrou
domínio no jogo, fez por merecer, eu não diria que houve mais ataque por parte
do time de Baltimore, eu poderia dizer que a defesa dos 49Ers encontrava-se
fragilizada, e o dos Ravens cada vez mais forte. Isso formou a grande diferença
de pontuação nos momentos iniciais. O equilíbrio foi estabelecido apenas na
metade final, provocando assim um final aparentemente dramático e angustiante
para os torcedores do time de SF, mas que já nos 1’30” finais, já víamos que
não poderia ser feito mais nada de certo modo.
A Beyonce quebrou
recordes de audiência no quesito show, a montagem do seu palco em poucos
minutos e que foi foco de grandes efeitos, clamou pela minha atenção. Momentos
após, nem o apagão que ocorreu pouco tempo depois do show dela conseguiu tirar
a minha atenção do gramado, talvez porque eu poderia estar num estado de paz
como se eu tivesse praticado yoga, justamente por eu ter tido mais um sonho
realizado.
Agradeço a equipe que me proporcionou o meu primeiro Super Bowl!
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Django Soundtrack
http://www.unchainedsoundtrack.com
"O que Enio Morricone, Rick Ross, James Brown e 2Pac têm em comum?
Todos eles fazem parte da trilha sonora de Django Livre (Brasil) Ouça todas as músicas aquihttp://bit.ly/djangotrilha"- Sony Pictures
"O que Enio Morricone, Rick Ross, James Brown e 2Pac têm em comum?
Todos eles fazem parte da trilha sonora de Django Livre (Brasil) Ouça todas as músicas aquihttp://bit.ly/djangotrilha"- Sony Pictures
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Microssérie GONZAGA - DE PAI PRA FILHO
Gonzaga - De pai para filho, segue a mesma linha do Dois Filhos de Francisco no seu teor. Com a série o telespectador vai ficar por dentro da importância do Gonzaga para a música Brasileira e para a nossa cultura. "Afinal ele não foi só o ícone pop de uma época... E além do mais a música da época antes do Gonzaga se aproximava de algo como o Tango Argentino." assim como dito por Breno Silveira. Cabe ressaltar que seu enredo também volta-se para Gonzaguinha, outro importante símbolo da MPB, que contribuiu para o nosso histórico de sucesso no gênero musical. Sua relação conturbada com o pai "Gonzagão" é retratada de forma nada rasa. Expondo assim os apelos e as frustrações de um filho perante um pai supostamente ausente. O processo para a adaptação para a TV partiu de Guel Arraes, que achou que combinaria bem, ter o filme transformado em série.
A semelhança de Adelio Lima que protagoniza o Gonzaga também foi discutida na coletiva. Ele disse que tais comentários já vinham muito antes do filme, e além do mais ele tinha costume de fazer interpretações caricatas como Gonzaga.
A série começa a ser exibida no dia 15 de janeiro, na Rede Globo.
A série começa a ser exibida no dia 15 de janeiro, na Rede Globo.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
SUPERSTAR DJS 2013
No dia 06/01/2013, rolou a terceira edição do Superstar DJS, um evento que busca trazer alguns dos melhores dj's do mundo num só evento. E a grande estrela da noite foi Axwell, o principal membro do Sweedish House Mafia, a "superband" sueca de DJS que ficaram bem conhecidas no meio "pop" de 2012. Suas músicas lideraram paradas de sucesso, os caras se tornaram garotos-propaganda de uma marca de bebida alcóolica sueca conhecida, e levaram como bônus fãs de todas as partes do mundo.
A DayParty começou com a Marcela Moura, seguindo com Wolfpack. Os caras trouxeram um som mais voltado pra electro house, de um modo bem original e descontraído. Enquanto o outro bando de lobos sedentos pela House Music (o público), aguardava ansiosamente o lider da noite Axwell, Mary Olivetti aqueceu ainda mais o público, mas assim que o headline da noite apareceu, a multidão que parecia estar dispersa, se aglomerou enfrente ao palco, e começaram a pular freneticamente como se não houvesse um amanhã. Mas realmente não teria uma amanhã ao som de Axwell, o que é compreensível. O cara tocou um set empolgante e manteve a energia do público do início ao fim.
Don't You Worry Child foi reafirmado no meio da performance e no final, empolgando sem moderação o público que lotou a pista premium, a comum e os camarotes. E para fechar Dimitri Vegas & Like Mike fizeram "ritmos coreografados", trouxeram clássicos como Every Teardrop Is A Waterfall do Coldplay, entre outros, em seguida eles seguiram para a after Party no Arpoador Club.
A qualidade do evento não foi uma surpresa, mas a surpresa mesmo ficou com o anuncio de outra Day Party com o Avicii no dia 24/02/2013, outro sueco liderando o line-up. O Tim (vulgo Avicii) foi considerado o DJ número 3 no top 100 de 2012.
15:30 as 17:40 - Wolfpack
17:00 as 18:30 - Mary Olivetti
18:30 as 20:30 - AXWELL
20:30 as 22:00 - Dimitri Vegas & Like Mike
domingo, 6 de janeiro de 2013
Rock In Rio - O Musical
Texto: Rafael Castro - Eagle Eye VIP
O Rock in Rio - O Musical, que estreou no dia 03/01/2013 na Cidade das Artes, é mais que uma homenagem ao Rock in Rio e a música, interpretada numa nova forma de arte para a marca, o teatro em formato musical. Foi necessário impor a ficção 50 músicas bem selecionadas compactadas em mais de 3 horas de espetáculo, para contar o estado de espírito de cada personagem. A narrativa vai ganhando força gradativamente, assim como o protagonista Alef, um personagem que perdeu a voz há 15 anos atrás e que se manifesta em sua imaginação por meio da música, e que vai se soltando ao longo do tempo também por meio dela. Mostrando assim que com a música todos os problemas desaparecem, um novo ritmo ganha embalo, e que uma meta acaba ganhando um tom, exibindo assim que a música traz transformações que vão além de movimentos com os pés, das mudanças de tom de voz e de tempo, e da harmonia com um ambiente.

Antes de tudo cabe ressaltar que o musical trata de uma compilação do que foi os quatro festivais brasileiros, trazendo assim uma história fictícia sobre a sua criação, embalado por meio do romance dos personagens Alef e Sofia, num mundo onde a juventude tem mais que uma voz, tem um canto, e várias formas de cantar (se manifestar). Fui no dia de estréia sem saber o que esperar do "Show". E o resultado foi um sentimento de satisfação. O espaço interno da Grande Sala não deixa a desejar, assim como a cenografia inicial do musical que contava como uma tela com mais de 50 guitarras. Músicas do Queen, Prince, Faith No More, Shakira, Barão Vermelho (Cazuza), Guns N' Roses, o hino do Rock in Rio, entre outros clássicos compõem com sucesso a proposta. Realmente posso dizer que o esperado foi correspondido.
O musical transborda empolgadamente clássicos que vão do axé ao Rock, mixando ídolos de todas as fases do festival de 1985 quando houve a sua criação, até hoje.
Lá podemos encontrar Britney Spears e Freddie Mercury num mesmo festival, sem deixar de lado a outra Mercury, a brasileira Daniela, numa miscelânia de rítmos que reafirma a visão do festival e o seu amor pela música. Haja "Água Mineral" para acompanhar o fôlego bem ensaiado do seu elenco. Criar o maior festival do mundo era uma meta tanto para o verdadeiro criador, quanto para o Orlando Tepedino (o pai fictício do Rock in Rio no Musical), era algo realmente difícil de por em prática. A marca após se firmar em nosso solo, foi arrematando uma legião de fãs, muitos permanecem fiéis, afinal esse festival pode trazer até um sentimento de patriotismo. Assim como o musical, que mostra em sua ficção um Brasil burocrático e cheio de barreiras que dificultam o sucesso de qualquer evento do porte.
A direção ficou a cargo de João Fonseca que soube fazer a peça crescer bem em seu rumo, o texto de Rodrigo Nogueira deu um tom criativo e diálogos bem articulados, a coreografia de Alex Neoral que tem costume de fazer coreografias complexas, porém bem elaboradas, criou algo simples, mas de grande efeito visual. O elenco todo, demonstrou-se entregue, e no lado principal estão, a Yasmin Gomlevsky e o Hugo Bonemer como os protagonistas, além da Lucinha Lins e do Guilherme Leme. Aplausos empolgados são os resultados dessa grande ideia.
Barra da Tijuca
O Rock in Rio - O Musical, que estreou no dia 03/01/2013 na Cidade das Artes, é mais que uma homenagem ao Rock in Rio e a música, interpretada numa nova forma de arte para a marca, o teatro em formato musical. Foi necessário impor a ficção 50 músicas bem selecionadas compactadas em mais de 3 horas de espetáculo, para contar o estado de espírito de cada personagem. A narrativa vai ganhando força gradativamente, assim como o protagonista Alef, um personagem que perdeu a voz há 15 anos atrás e que se manifesta em sua imaginação por meio da música, e que vai se soltando ao longo do tempo também por meio dela. Mostrando assim que com a música todos os problemas desaparecem, um novo ritmo ganha embalo, e que uma meta acaba ganhando um tom, exibindo assim que a música traz transformações que vão além de movimentos com os pés, das mudanças de tom de voz e de tempo, e da harmonia com um ambiente. 
Antes de tudo cabe ressaltar que o musical trata de uma compilação do que foi os quatro festivais brasileiros, trazendo assim uma história fictícia sobre a sua criação, embalado por meio do romance dos personagens Alef e Sofia, num mundo onde a juventude tem mais que uma voz, tem um canto, e várias formas de cantar (se manifestar). Fui no dia de estréia sem saber o que esperar do "Show". E o resultado foi um sentimento de satisfação. O espaço interno da Grande Sala não deixa a desejar, assim como a cenografia inicial do musical que contava como uma tela com mais de 50 guitarras. Músicas do Queen, Prince, Faith No More, Shakira, Barão Vermelho (Cazuza), Guns N' Roses, o hino do Rock in Rio, entre outros clássicos compõem com sucesso a proposta. Realmente posso dizer que o esperado foi correspondido.
O musical transborda empolgadamente clássicos que vão do axé ao Rock, mixando ídolos de todas as fases do festival de 1985 quando houve a sua criação, até hoje.
Lá podemos encontrar Britney Spears e Freddie Mercury num mesmo festival, sem deixar de lado a outra Mercury, a brasileira Daniela, numa miscelânia de rítmos que reafirma a visão do festival e o seu amor pela música. Haja "Água Mineral" para acompanhar o fôlego bem ensaiado do seu elenco. Criar o maior festival do mundo era uma meta tanto para o verdadeiro criador, quanto para o Orlando Tepedino (o pai fictício do Rock in Rio no Musical), era algo realmente difícil de por em prática. A marca após se firmar em nosso solo, foi arrematando uma legião de fãs, muitos permanecem fiéis, afinal esse festival pode trazer até um sentimento de patriotismo. Assim como o musical, que mostra em sua ficção um Brasil burocrático e cheio de barreiras que dificultam o sucesso de qualquer evento do porte.
A direção ficou a cargo de João Fonseca que soube fazer a peça crescer bem em seu rumo, o texto de Rodrigo Nogueira deu um tom criativo e diálogos bem articulados, a coreografia de Alex Neoral que tem costume de fazer coreografias complexas, porém bem elaboradas, criou algo simples, mas de grande efeito visual. O elenco todo, demonstrou-se entregue, e no lado principal estão, a Yasmin Gomlevsky e o Hugo Bonemer como os protagonistas, além da Lucinha Lins e do Guilherme Leme. Aplausos empolgados são os resultados dessa grande ideia.
Barra da Tijuca
Cidade das ArtesAté 28 abr 2013
dom 20:00 | sex e sáb 21:30
dom e sáb R$ 70.00 (Camarote lateral 9 e 10 - nível 3); dom e sáb R$ 110.00 (Camarote lateral 3 e 4 - nivel 2 e Camarote central 7 e 8); dom e sáb R$ 130.00 (Camarote central 1 e 2 e frisa lateral 3); dom e sáb R$ 160.00 (Plateia); sex R$ 40.00 (Camarote lateral 9 e 10 - nível 3); sex e sáb R$ 85.00 (Camarote lateral 3 e 4 - nivel 2 e Camarote central 7 e 8); sex R$ 100.00 (Camarote central 1 e 2 e frisa lateral 3); sex R$ 120.00 (Plateia)
dom 20:00 | sex e sáb 21:30
dom e sáb R$ 70.00 (Camarote lateral 9 e 10 - nível 3); dom e sáb R$ 110.00 (Camarote lateral 3 e 4 - nivel 2 e Camarote central 7 e 8); dom e sáb R$ 130.00 (Camarote central 1 e 2 e frisa lateral 3); dom e sáb R$ 160.00 (Plateia); sex R$ 40.00 (Camarote lateral 9 e 10 - nível 3); sex e sáb R$ 85.00 (Camarote lateral 3 e 4 - nivel 2 e Camarote central 7 e 8); sex R$ 100.00 (Camarote central 1 e 2 e frisa lateral 3); sex R$ 120.00 (Plateia)
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