terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Microssérie GONZAGA - DE PAI PRA FILHO

O filme  ‘Gonzaga - De Pai Para Filho’ foi parte integrante do Festival do Rio, permaneceu um bom tempo em cartaz e agora é trazido para a massa, numa coprodução da Rede Globo com a Conspiração Filmes, em formato de microsérie, em comemoração ao centenário do Rei do Baião. O filme foi dividido em 4 capítulos, mas que conterão cenas extras, tendo em vista a necessidade da mudança de tempo e do ritmo da narrativa que exige a TV. 

 Gonzaga - De pai para filho, segue a mesma linha do Dois Filhos de Francisco no seu teor. Com a série o telespectador vai ficar por dentro da importância do Gonzaga para a música Brasileira e para a nossa cultura. "Afinal ele não foi só o ícone pop de uma época... E além do mais a música da época antes do Gonzaga se aproximava de algo como o Tango Argentino." assim como dito por Breno Silveira.  Cabe ressaltar que seu enredo também volta-se para Gonzaguinha, outro importante símbolo da MPB, que contribuiu para o nosso histórico de sucesso no gênero musical. Sua relação conturbada com o pai "Gonzagão" é retratada de forma nada rasa. Expondo assim os apelos e as frustrações de um filho perante um pai supostamente ausente. O processo para a adaptação para a TV partiu de Guel Arraes, que achou que combinaria bem, ter o filme transformado em série. 
A semelhança de Adelio Lima que protagoniza o Gonzaga também foi discutida na coletiva. Ele disse que tais comentários já vinham muito antes do filme, e além do mais ele tinha costume de fazer interpretações caricatas como Gonzaga.

A série começa a ser exibida no dia 15 de janeiro, na Rede Globo.


segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

SUPERSTAR DJS 2013

No dia 06/01/2013, rolou a terceira edição do Superstar DJS, um evento que busca trazer alguns dos melhores dj's do mundo num só evento. E a grande estrela da noite foi Axwell, o principal membro do Sweedish House Mafia, a "superband" sueca de DJS que ficaram bem conhecidas no meio "pop" de 2012. Suas músicas lideraram paradas de sucesso, os caras se tornaram garotos-propaganda de uma marca de bebida alcóolica sueca conhecida, e levaram como bônus fãs de todas as partes do mundo.

A DayParty começou com a Marcela Moura, seguindo com Wolfpack. Os caras trouxeram um som mais voltado pra electro house, de um modo bem original e  descontraído. Enquanto o outro bando de lobos sedentos pela House Music (o público), aguardava ansiosamente o lider da noite Axwell, Mary Olivetti aqueceu ainda mais o público, mas assim que o headline da noite apareceu, a multidão que parecia estar dispersa, se aglomerou enfrente ao palco, e começaram a pular freneticamente como se não houvesse um amanhã. Mas realmente não teria uma amanhã ao som de Axwell, o que é compreensível. O cara tocou um set empolgante e manteve a energia do público do início ao fim.





Don't You Worry Child foi reafirmado no meio da performance e no final, empolgando sem moderação o público que lotou a pista premium, a comum e os camarotes. E para fechar Dimitri Vegas & Like Mike fizeram "ritmos coreografados", trouxeram clássicos como Every Teardrop Is A Waterfall do Coldplay, entre outros, em seguida eles seguiram para a after Party no Arpoador Club.

A qualidade do evento não foi uma surpresa, mas a surpresa mesmo ficou com o anuncio de outra Day Party com o Avicii no dia 24/02/2013, outro sueco liderando o line-up. O Tim (vulgo Avicii) foi considerado o DJ número 3 no top 100 de 2012.

14:00 as 15:30 - Marcela Moura
15:30 as 17:40 - Wolfpack
17:00 as 18:30 - Mary Olivetti
18:30 as 20:30 - AXWELL
20:30 as 22:00 - Dimitri Vegas & Like Mike

domingo, 6 de janeiro de 2013

Rock In Rio - O Musical

Texto: Rafael Castro - Eagle Eye VIP

O Rock in Rio - O Musical, que estreou no dia 03/01/2013 na Cidade das Artes, é mais que uma homenagem ao Rock in Rio e a música, interpretada numa nova forma de arte para a marca, o teatro em formato musical. Foi necessário impor a ficção 50 músicas bem selecionadas compactadas em mais de 3 horas de espetáculo, para contar o estado de espírito de cada personagem. A narrativa vai ganhando força gradativamente, assim como o protagonista Alef, um personagem que perdeu a voz há 15 anos atrás e que se manifesta em sua imaginação por meio da música, e que vai se soltando ao longo do tempo também por meio dela. Mostrando assim que com a  música todos os problemas desaparecem, um novo ritmo ganha embalo, e que uma meta acaba ganhando um tom, exibindo assim que a música traz transformações que vão além de movimentos com os pés, das mudanças de tom de voz e de tempo, e da harmonia com um ambiente. 






Antes de tudo cabe ressaltar que o musical trata de uma compilação do que foi os quatro festivais brasileiros, trazendo assim uma história fictícia sobre a sua criação, embalado por meio do romance dos personagens Alef e Sofia, num mundo onde a juventude tem mais que uma voz, tem um canto, e várias formas de cantar (se manifestar). Fui no dia de estréia sem saber o que esperar do "Show". E o resultado foi um sentimento de satisfação. O espaço interno da Grande Sala não deixa a desejar, assim como a cenografia inicial do musical que contava como uma tela com mais de 50 guitarras. Músicas do Queen, Prince, Faith No More, Shakira, Barão Vermelho (Cazuza), Guns N' Roses, o hino do Rock in Rio, entre outros clássicos compõem com sucesso a proposta. Realmente posso dizer que o esperado foi correspondido.


O musical transborda empolgadamente clássicos que vão do axé ao Rock, mixando ídolos de todas as fases do festival de 1985 quando houve a sua criação, até hoje.
Lá podemos encontrar Britney Spears e Freddie Mercury num mesmo festival, sem deixar de lado a outra Mercury, a brasileira Daniela, numa miscelânia de rítmos que reafirma a visão do festival e o seu amor pela música. Haja "Água Mineral" para acompanhar o fôlego bem ensaiado do seu elenco. Criar o maior festival do mundo era uma meta tanto para o verdadeiro criador, quanto para o Orlando Tepedino (o pai fictício do Rock in Rio no Musical), era algo realmente difícil de por em prática. A marca após se firmar em nosso solo, foi arrematando uma legião de fãs, muitos permanecem fiéis, afinal esse festival pode trazer até um sentimento de patriotismo. Assim como o musical, que mostra em sua ficção um Brasil burocrático e cheio de barreiras que dificultam o sucesso de qualquer evento do porte.



A direção ficou a cargo de João Fonseca que soube fazer a peça crescer bem em seu rumo, o texto de Rodrigo Nogueira deu um tom criativo e diálogos bem articulados, a coreografia de Alex Neoral que tem costume de fazer coreografias complexas, porém bem elaboradas, criou algo simples, mas de grande efeito visual. O elenco todo, demonstrou-se entregue, e no lado principal estão, a Yasmin Gomlevsky e o Hugo Bonemer como os protagonistas, além da Lucinha Lins e do Guilherme Leme. Aplausos empolgados são os resultados dessa grande ideia.

Barra da Tijuca
Cidade das ArtesAté 28 abr 2013
dom 20:00 | sex e sáb 21:30 
dom e sáb R$ 70.00 (Camarote lateral 9 e 10 - nível 3); dom e sáb R$ 110.00 (Camarote lateral 3 e 4 - nivel 2 e Camarote central 7 e 8); dom e sáb R$ 130.00 (Camarote central 1 e 2 e frisa lateral 3); dom e sáb R$ 160.00 (Plateia); sex R$ 40.00 (Camarote lateral 9 e 10 - nível 3); sex e sáb R$ 85.00 (Camarote lateral 3 e 4 - nivel 2 e Camarote central 7 e 8); sex R$ 100.00 (Camarote central 1 e 2 e frisa lateral 3); sex R$ 120.00 (Plateia)




quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

O Impossível

Temos um mar
Não digo aquele que forma oceanos
Digo aquele mar interno
Também não é aquele mar de sentimentos diversos
O que estou falando é aquele que também forma ondas

Não é uma onda qualquer
É aquela de iniciativas
Ajudar o outro sem temer não encontrar a superfície
É se ver salvo
É ver uma luz

Não no fim do túnel e nem a do sol
Mas sim a luz interior
Que ilumina transformando ambientes
Secando tristezas
Alimentando a continuidade de sonhos

Esse conjunto de águas e luzes não farão o bem evaporar
Mas sim emanar
Em cada esperança
E em todo olhar
Trazendo o cooperar como uma mera respiração

O impossível não é saber esperar,
É ir além do nado contra a corrente,
E das visões que atrapalham o fluxo,
O impossível é desacreditar no possível,
É ser seu instinto... é ser sua paz.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Cinemark Prime VillageMall




O conceito de cinemas VIP ainda é recente aqui no Brasil, ainda temos muito o que assistir evoluir dentro dessa ideia. Mas o Cinemark Prime VillageMall se mostra avançado nesse conceito por aqui, juntando requinte, bom gosto, e uma ótima estética, a um programa completo. Se você que ver filme confortavelmente e com um clima ainda mais acolhedor como se estivesse em casa esse é o lugar. Alguém deve estar se perguntando nesse momento: "Então porque não assistir em casa?". Simples meu caro... O cinema traz uma expectativa mais ampla e mais atrativa, o que não se compara a um filme em Blu-Ray, ou a algum filme On Demand do seu receptor HD da sua TV por assinatura.

As quatro salas Prime, totalizam 330 lugares, tem o tamanho de uma grande sala de cinema, porém com um número reduzida de poltronas, afinal cada uma delas, equivale a 3 poltronas comuns de uma sala de cinema. E podem ficar tranquilos, pois todas as poltronas funcionam sem precisar de qualquer malabarismo ou técnica especial, todas usam um circuito elétrico para reclinarem. Eu saí apaixonado pelas salas Prime do Cinemark Village Mall, o projeto é de imenso bom gosto e foi projetado para combinar com a estética do shopping. O arrojado projeto arquitetônico foi assinado por Arthur Casas.

O cinema oferece também um cardápio digno de aplausos, para fornecer uma programação completa que vai do meramente Romântico ao simplesmente descontraído, mas com uma certa sofisticação. O menu foi todo elaborado pela Chef Morena Leite do restaurante Capim Santo, e tudo que foi degustado por mim nessa apresentação digo que vale a pena ser degustado, não vou indicar qual prato seria o melhor, tudo é uma questão de gosto, mas posso afirmar categoricamente que não me recordo de ter tido uma experiência gastronômica que me deixasse realmente satisfeito aqui no Brasil, pois os melhores restaurantes que me deixaram com tal sentimento de plena satisfação foi em Madrid e num restaurante da Sony Pictures Studios em Los Angeles. Tudo que foi oferecido tinha um sabor único e tenho certeza que o público do Cinemark Prime vai preferir retornar logo ao complexo nem que seja apenas se satisfazer "gastronomicamente". O menu também conta com uma variada carta de vinhos que foi bem estudada.


O Cinemark foi a primeira rede aqui no Brasil, a implementar o conceito VIP. A primeira que recebeu foi o complexo da Cidade Jardim em São Paulo. Cabe lembrar que até a pipoca tem um gostinho especial. Tenho certeza que após você conferir o resultado, você vai querer que a sua experiência no quesito Cinema seja sempre a mesma e no mesmo lugar, no Cinemark VillageMall.


quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

‘WEBserie Festeiros’: assista o primeiro episódio e conheça essa turma


A WEBserie #Festeiros estreia na noite desta quinta-feira (13), às 20h, no site www.fiquelinkado.com.br . Os 11 jovens de personalidades distintas vão invadir a telinha do seu computador e vão deixar vocês linkados nas festas, aventuras e confusões que prometem agitar a internet. O primeiro destino desta turma festeira foi o balneário de Búzios, na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro.
 A cidade que tem uma sofisticação incrível, sem perder a simplicidade foi o cenário perfeito para a primeira temporada da websérie. Bruna CuriGabriela Solecki,  Mirra MattosRafa ResendeUlly Rocha, Arthur MonteiroFelipe Ferrarezi,  Thales AlvesVictor LamogliaWayan Nicholas e Yago Lopes fazem parte deste grupo descolado de jovens, que juntos descobrem o valor de uma verdadeira amizade.
Sinopse
WEBserie#Festeiros – Primeiro Episódio
No primeiro episódio da WEBserie, o grupo de jovens #Festeiros decide pegar a estrada rumo ao balneário de Búzios. Gabi a anfitriã da mansão de Geribá, providencia a programação completa da viagem. Os amigos chegam na casa, e logo, correm para piscina. Ully resolve implicar com Gabi para movimentar um pouco o astral da casa.

Por FiqueLinkado
http://fiquelinkado.com.br/ta-rolando-na-midia/nacional/webserie-festeiros-assista-o-primeiro-episodio-e-conheca-essa-turma/

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Ibeu Rock Festival 2012

Desde 2005 vêm rolando o Ibeu Rock Festival. Um festival de Rock em versão "Pocket" que dá a chance para bandas de garagem subirem no palco e mostrar o seu potêncial sonoro. E os 3 melhores do festival levam prêmios para motivar a banda a continuar nessa batalha, que não é fácil, mas que basta persistência.

Todas as bandas eram obrigadas a cantar em inglês, com exceção da única banda que não estava concorrendo e que fecharia a noite com estilo, estou falando dos Detonautas. Uma banda que hoje têm uma presença bem solidificada no Rock nacional, e que fez um show que surpreendeu a muitos que apenas tinham ouvido falar da banda, no Rock in Rio de 2011. Tico, como alguns sabem, também é poeta, assim como eu sou no tempo livre, e ele fez questão de fazer menções a um poeta da música que hoje apenas pode nos iluminar com suas letras impactantes por meio dos registros de estúdio e ao vivo,  estou falando de Renato Russo do Legião Urbana, a única banda que fazia "Música com letra de música". Alguém pode chegar dizer..."Mas o Cazuza também"...Sim o Cazuza também, que é o único artista comparável a altura das letras do Legião. Mas falar de Legião, é falar do ápice do Rock nacional, é mostrar o quanto o Rock merece respeito além das palavras e da sonoridade, suas letras contavam mais que uma história e que um estado de espírito, exibiam o retrato de uma sociedade fragilizada. Eu não preciso ter vivido a era do Legião e do Aborto Elétrico para entender a fundo a importância deles. Afinal suas músicas continuarão entusiasmando muitas outras gerações, com uma empolgação que vai além da vontade de cantar junto com as letras bem elaboradas. Lado empolgado esse que me fez escrever um parágrafo inteiro sobre o Renato Russo.



Voltando ao assunto... O Tico fez 3 covers no show, um do Renato Russo, outro do Raimundos, e outro do Rage Against the Machine - Killing In The Name, música está que faz qualquer amante do Rock querer fazer um mosh instântaneo (dá para ser controlado tal sentimento, basta fazer uma performance solo), tem uma sequência de riffs explosivos bem sintetizados para o bom entendedor do Rock. Já conheço a banda faz tempo, mas meu primeiro contato com os caras foi quando gravei uma breve participação na apresentação do show deles na Rádio da Multishow em 2009, e desde então venho me esbarrando por acaso com o Tico, o último encontro foi no próprio Ibeu Rock Festival de 2012 para fazer um breve registro. Os caras fizeram um show competente, e mesmo com um tempo bem apertado para a apresentação, que chegou a quase 1:40, os caras conseguiram deixar o público satisfeito.


Lembrando que todo o evento ocorrido no Circo Voador, foi gratuito para o público, para qualquer interessado em conferí-lo (seja aluno ou não).